Uma analista de recrutamento e seleção da Vivara será indenizada por ter sido obrigada a adotar critérios sexistas na escolha de funcionárias, baseados em padrões de beleza. Segundo o processo na 8ª vara de Trabalho da Zona Sul de São Paulo, o fundador da empresa exigia mulheres magras, de cabelos longos e lisos, sem tatuagem ou piercing, entre outros critérios estéticos. A trabalhadora alegou que a exclusividade feminina nas contratações visava evitar relacionamentos amorosos no trabalho e gravidez, o que foi confirmado por prova testemunhal. A juíza responsável pela sentença considerou a conduta discriminatória e machista, fixando uma indenização de R$ 10 mil por danos morais.